Fim de semana sem festas
Nada.. Nadinha... Quem quiser diversão neste final de semana, pode começar a organizar uma festinha ou coisas do gênero. Nenhum evento programado. Até o DA, que prometia ser a salvação do final de semana, não vai funcionar. Tudo por causa das eleições.
Escrito por douglascossi às 14h57
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Bateria busca novos membros e quer firmar-se como opção cultural
A “Batera do Inferno”, bateria formada por alunos da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS/UNESP), está buscando novos integrantes. O objeto é firmar-se como uma opção cultural para os estudantes. Criada em 2003 com o objetivo de animar os jogos universitários daquele ano, a “Bateria do Inferno” nunca mais parou. Como muitos integrantes acabam concluindo o curso, a renovação é constante. Hoje são 31 integrantes, 20 homens e 11 mulheres, sob a regência do aluno Eduardo Souza, o “Bago”. Apesar do bom número de participantes, a Bateria busca novos componentes. Para participar basta ser aluno da UNESP. Os instrumentos são fornecidos pela Associação Atlética Acadêmica. “A participação de novos integrante é muito bem-vinda. Queremos ser uma opção cultural para os alunos da UNESP”, disse Marcelo Faria Pfaifer, o “Derrubado”, da “Bateria do Inferno”. Outro objetivo da “Bateria” é romper a “barreira da UNESP”. O grupo quer difundir seu trabalho, apresentando não só em eventos esportivos. Ela será, por exemplo, uma das atrações do Festival Interunesp de MPB, que acontece no próximo mês de outubro. “Queremos disseminar a cultura. Estamos à disposição para nos apresentarmos em qualquer evento”, afirmou “Derrubado”.
Diferencial - O grande diferencial da “Bateria do Inferno” está no estilo musical. Sua prioridade não é o samba samba. No meio da “levada” os músicos misturam o funk, groove, batidas afro e maracatu. Os ensaios da “Bateria do Inferno” acontecem todas às segundas, quartas e sextas, a partir das 18h00, na Praça dos Paiaguás.
Escrito por douglascossi às 10h32
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