Gino e Geno “apadrinham” dupla ilhense
A dupla Marcos Paulo e Alessandro, de Ilha Solteira, foi “apadrinhada” pelos cantores Gino e Geno. Na última sexta-feira (1º) os quatro cantaram juntos na cidade de Presidente Prudente. Marcos Paulo disse que a aproximação aconteceu através de um tio. “Tenho um tio que é primo do Gino e do Geno. Ele mostrou nosso trabalho para a dupla que não só decidiu dar uma força, nos convidando parta tocar com eles, como afirmaram que serão nossos padrinhos”, disse o cantor. O show aconteceu no Rancho Quarto de Milha, na cidade de Presidente Prudente, na maior arena coberta da América Latina. Marcos e Paulo e Alessandro fizeram uma participação especial, tocando duas músicas junto com Gino e Geno.
Histórico – Marcos Paulo vem fazendo dupla com o cantor Alessandro desde o último mês de julho. A estréia da dupla aconteceu em um evento na cidade de Presidente Prudente. “A química foi incrível e vimos que havia potencial. Foi quando nasceu a nova dupla”, disse Alessandro. De lá para cá a dupla vem sendo presença constante em vários eventos da região. “È uma parceria para valer. Para fazer acontecer. Estou há muito tempo cantando e nunca havia achado um parceiro com quem combinasse tanto”, afirma Alessandro. A dupla pretende gravar em breve um CD para ajudar na divulgação do trabalho.
Escrito por douglascossi às 08h28
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Duas novas estréias no Cine Paiaguás

O Cine Paiaguás estreou na última sexta-feira dois novos filmes, “Ela é o Cara” e “Vôo 93”. O primeiro está sendo exibido na sessão das 19h00. O outro está em cartaz na sessão das 21h00. Eles ficam em cartaz até a próxima quinta-feira (07). Por meio de celulares e telefones instalados nas próprias poltronas, sob a mira de facas e diante de um suposto homem-bomba, cidadãos comuns enfrentaram o medo da morte, avançaram contra os terroristas e se transformaram em mártires no melhor e único sentido dessa palavra, tão desgastada hoje pelo fundamentalismo. O grande apelo de "Vôo 93" é o fato de usar o tempo real dos atentados de 11/9. O espectador tem assim a chance de acompanhar minuto a minuto tudo o que ocorreu no fatídico dia: o momento em que ocorre o primeiro seqüestro de avião, o primeiro impacto contra o WTC, o segundo, o pânico que se espalha pelo departamento de controle aéreo dos EUA, a paralisação dos militares --que só tinham a CNN como fonte de informação--, e finalmente a arriscadíssima decisão de pousar milhares de aviões pelos EUA, quando ficou comprovado que se tratava, sim, de uma onda de terror. Está tudo ali, como se fosse um documentário. Outro fato relevante é que a maioria dos atores de "Vôo 93" é desconhecida do grande público. Ótima estratégia, que faz com que a atenção não se fixe em nenhum personagem. Como se todos fossem principais. Como se não existissem coadjuvantes. Deveria ser um filme sem surpresas, porque todos sabem o final da história. Também poderia ser uma obra piegas, dado o exagerado temperamento patriótico que permeia o cinema norte-americano. Mas não é. O diretor e roteirista Paul Greengrass passa ao largo não só da pieguice, mas da ausência de surpresas ou de informações factuais. Afinal, ninguém sabe de fato o que ocorreu naquela cabine, ninguém sobreviveu para contar a história e os registros da caixa-preta pouco podem acrescentar. O quebra-cabeça acaba sendo montado pelos parentes das vítimas que receberam ligações emocionadas daqueles que estavam no vôo, e cientes da morte iminente. E assim temos um filme surpreendente, inteligente, muitíssimo bem-feito e que mantém o público em suspense até a última e previsível cena. E que cena fantástica. "Vôo 93" conta a história do único dos aviões tomados por terroristas em 2001 que não atingiu seu objetivo --se espatifar contra a Casa Branca ou outro prédio federal em Washington. Devido a um prosaico atraso de 40 minutos na decolagem, os passageiros da United ficaram sabendo durante a viagem que o país estava sob ataque na manhã daquele ensolarado dia de setembro.
Comédia – A outra estréia da semana é a comédia “Ela é o Cara”. No filme, a vida de Viola (Amanda Bynes) não está nada fácil. A adolescente adora futebol e joga no time feminino de sua escola, mas descobre que a equipe será fechada e deixará de existir, para a sua infelicidade. Em uma situação com poucas soluções, a garota adota aquela que considera a única acertada - finge que é Sebastian, seu irmão gêmeo, e busca uma vaga no esporte entre os homens, no colégio dele. A partir deste instante, Ela é o Cara.
A situação, que já não era das mais fáceis, complica-se quando ela se apaixona pelo colega de quarto do irmão, Duke. Torna-se, ainda, bastante perigosa quando o próprio Sebastian aparece. E dramática quando a garota por quem Duke tem uma queda começa a dar em cima dela. Viola terá muito trabalho e viverá momentos bastante engraçados até solucionar tantos problemas . Os ingressos para o cinema custam R$ 6,00. Estudantes e idosos pagam R$ 4,00.
Escrito por douglascossi às 08h26
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